terça-feira, 25 de outubro de 2016

Identidades Culturais

Foto: Crianças tendo aula de Tênis em escola na periferia

Será que para o professor de Educação Física e para os alunos das escolas, é aproveitoso levar modalidades que não estão inseridos na realidade cultural vivida pelos mesmos?

Qual a sua opinião a respeito?

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Educação Física na área de Linguagem

Em um dos documentos mais recentes da Educação brasileira, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a Educação Física localiza-se na área de Códigos e Linguagens. Essa qualificação, embora muito celebrada por alguns grupos, encontra tensões na sua epistemologia, prática e metodologia.   
O que seria então Linguagem? Uma prática política e cultural de negociação de significados. O termo negociação nos leva  a crer que os sentidos das coisas não são permanentes e inalteráveis. Pelo contrário, são constantemente repensados por diferentes grupos sociais, embora alguns sejam mais arbitrários que outros.  É graças a um sistema de representações que nós conseguimos dá sentido as coisas que vemos, interpretando os códigos.
E por que a linguagem afetaria a EF? Porque se assumimos que a disciplina está nesta área de conhecimento, devem ser essas as nossas preocupações. Ao olhar certo gestos esportivos o que estará em jogo não é só a eficiência do gesto enquanto técnica , isto é, seu código cinéticos. Além dele, os códigos biológicos, sociais e culturais devem também atravessar as práticas corporais.




Nesta imagem, por exemplo, que códigos vocês identificariam? 





quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Temos no Brasil império até 1961 uma escola dicotômica uma com formação profissional visando e questão da preparação para o mercado de trabalho e outra propedêutica para a formação superior, como esperado reflexo da organização social da época que as camadas populares ficariam a cargo de ocupar os postos de trabalho de melhor valor intelectual enquanto as classes dominantes teriam a possibilidade de continuar seus estudos e se manter como elite intelectual.

Felizmente os tempos mudaram e com uma educação básica tomou avanço para que este abismo fosse cada vez menor, assim temos a mudança de organização da educação no país, com a implantação de curso profissionalizante de modo universal e compulsório, remetendo a necessidades da época para o formação de mão de obra no país.
Atualmente temos uma educação geral, porém com diversas organizações quanto a sua estrutura, seja com ensino normal de período único, temos do ensino integral ou também o semi-integral que vem de políticas mais novas com a questão de trazer que a escola como local onde os jovens e crianças devem permanecer para que estejam em algumas situações fora das ruas e das drogas e em outros discursos de que somente o ensino é capaz de transformar seu futuro.

Porem temos a questão com a medida provisória 746/2016 apresentada pelo presidente em exercício a proposta de mudanças no ensino, que para muitos especialistas é um retrocesso para a educação brasileira, a retirada de disciplinas e o reconhecimento por notório saber com a justificativa da falta de profissionais licenciados para lecionar uma forma de contornar este problema de caráter qualitativo, mas estamos considerando a qualidade do ensino que estará sujeito com está medida? Como temos o argumento de falta de profissionais por um lado e recentemente o governador do estado justifica o fechamento de escolas pela falta de aluno? Qual a educação que estamos buscando? Uma nova educação ou vamos voltar aos velhos moldes?